APRENDENDO COM O ROLE PLAYING

Quando iniciei minhas atividades como supervisora do Estagio “Abordagem Sistêmica no atendimento de Casais e Família” da UNIP-Campinas, eu propus aos alunos uma atividade que denomino Ponte.

Uma Ponte é uma breve conexão de uma aula com a outra. Sempre é escolhido um aluno responsável pela ponte e este aluno pode fazer esta conexão como quiser.

Eles vão usar de sua criatividade para trazer para os colegas o que foi importante e abordado na aula anterior.

Assim sendo cada aluno procura usar de sua criatividade para compartilhar com os colegas o que ele internalizou da aula passada, para que cada aula seja realizada não como algo desconectado com o que se iniciou construir anteriormente.

Acho interessante compartilhar uma ponte realizada por aluno de uma das turmas deste estágio.

Deixo para vocês os comentários que este trabalho merece.

Maria Lúcia

APRENDENDO COM O ROLE PLAYING

Depois de quatro anos estudando teorias, conhecemos mais um pouco o que é a psicologia.

Compreender o ser humano é de extensa complexidade, mas me responde uma coisa: é satisfatório ou não é, estudar a subjetividade?

Esta ciência nos possibilita ampliarmos nossa visão, e acho que deveríamos ter isto como missão, pois depois de formados será uma profissão.

Se olharmos para trás o trajeto nos mostrará o quanto é necessário viver a estudar.

Trabalhar em psicologia requer escolher uma abordagem, pois talvez desta forma façamos menos bobagens.

No decorrer destes anos, muitas delas conhecemos, mas vamos ser sensatos, será que de fato aprendemos?

Desconstruir o saber talvez seja uma opção, quem sabe desta forma não ampliamos nossa compreensão?

Discutir teoria já era uma polêmica e ainda neste ano, conhecemos a sistêmica.

Para esse grupo começar, tivemos que batalhar, pois o número era pouco para se formar. A partir deste momento começamos a convidar: pessoas com perfil de participar, desta forma conseguimos realmente decolar.

Conhecemos a sistêmica e paradigmas foram quebrados, pois um molde diferente foi nos apresentado.

O caos se instaurou logo quando começou, mas assim aprendemos que o grupo se moldou.

Precisamos estudar e assim se integrar, talvez desta forma só tenhamos a ganhar.

O formato da terapia neste sistema, não vamos esconder: trazia um dilema: passamos a princípio a eficácia indagar, talvez pelo jeito de se trabalhar.

Precisávamos desta forma ao fenômeno ter acesso, para então compreender este novo processo.

Na última semana trabalhamos o role playing, uma técnica diferente de se aprender, pois com fenômeno estudado você passa a conviver.

Com esta vivência surgem sensações talvez desconhecidas, mas que nas sessões podem ser repetidas.

   Passamos a explorar a equipe reflexiva, e quanto à experiência: foi muito construtiva.

   Para os próximos encontros podemos repetir, caso os pacientes continuem a inexistir e quem sabe poderemos um saber construir.

Maviael Filipe L.V.Lopes – aluno da turma matutina do estágio em Terapia de casal e família

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